Quem sou eu

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vitória, espirito santo, Brazil
Dança do ventre, de origem cigana, adoro misticismo, adoro cartas ciganas, trabalho com informática, amo o Egito, toco violão.

30 de setembro de 2010




Quando uma paz imensa floresce
em meio à confusão
de dias loucos e sem rumo,
você esquece, que sem direção
nós já somos,
o que nos falta é dar uma chance
ao previsível e ao oportuno.

Assim mesmo, dando de ombros
esqueçamos o quanto somos despreparados
o quanto se sabe do que sabem de nós,
afinal, nada mais vai dar errado
nós já o estamos,
o que nos falta é ligar os pontos
e no reatar dos nós,
descobrimo-nos escravos

De um roteiro em que não temos voz

Um comentário:

Anônimo disse...

nossa ta ate filosofando plima adorei hehe