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vitória, espirito santo, Brazil
Dança do ventre, de origem cigana, adoro misticismo, adoro cartas ciganas, trabalho com informática, amo o Egito, toco violão.

16 de outubro de 2011

Carinhos por nada!




Avise-me quando for à hora.
Para tentar matar essa dor.
Ao saber que você ainda chora por mim
Ouvirei seus gritos com arrependimentos.
Pedidos que nunca deixaram de brilhar
Sem que a lua ao menos escurecesse
Em uma caixa blindada
Apenas uma frisã para que eu pudesse dizer não
Para me contar todas as suas mentiras
Sem ao menos dizer chega!
Para fazer com que essa raiva vá embora de mim.
Tentando afogar o passado com apenas uma face sem sofrimento.
Palavras que para muitas pessoas não valem de nada.
Eu queria fazer passa toda essa raiva que há dentro de mim.
Sem amenos dizer um adeus.
E alem disse saberei que vou sofre.
Quero que deixe essa luz brilhar em mim
Para poder ver minha felicidade
Por favor, alimente-me com um pouco da verdade.
Se todos cometem a mesma coisas.
Estarei aguardando o seu e meu amor
Pelo que tentei estar livre para saber o que e certo ou errado.
Estarei com apenas uma cabeça madura.
Embora eu sofra para saber o que e viver
A humanidade esta sofrendo com uma severidade sem vista igual.
Temos sede de água e anseios pela mordida ao que comer.
Nós não estamos sozinhos mais somos deixados por nós mesmo.

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